terça-feira, 20 de março de 2012

Brasil é o sétimo maior mercado de internet do mundo


Desde semana passada, publico dados que justificam o investimento das empresas em mídias sociais. Ontem, a Comscore, empresa especializada em medições do mundo digital, divulgou um relatório anual sobre as tendências digitais no Brasil, e a implicação de resultados para 2012.  O país é o sétimo maior mercado de internet do mundo. Possui público de 46,3 milhões de visitantes, que há mais de 15 anos acessam internet de casa ou no trabalho. Este público cresceu 16% no ano passado.
O brasileiro passa em média 26,7 horas on-line. Os portais de notícias geraram mais engajamento nessa tarefa de tempo na web, com 39,2% do total de minutos, seguidos das redes sociais, que apresentou 23%.
Os brasileiros viram 4,7 bilhões de vídeos apenas em dezembro do ano passado. Isto é um crescimento de 74% em comparação com 2010.  Ver vídeos da internet consolidou-se como uma das atividades on-line mais importantes.
O mercado de publicidade digital brasileiro continua crescendo. . Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram veiculadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet.
42% das pageviews foram originadas em tablets em dezembro de 2011. Os celulares e tablets respondem por 1,5% do trafego digital no Brasil.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Mídias Sociais: Trecho de Palestra da Martha Gabriel


As empresas precisam investir em comunicação - parafraseando Gaudêncio Torquato



Com o avanço da globalização, as distâncias encurtaram e o tempo para troca de mensagens diminuiu, devido às facilidades oferecidas pelas novas tecnologias da comunicação para divulgar informações nas mídias impressas e eletrônicas. As empresas, governos, repartições públicas, entidades, sentem-se obrigadas a responderem de forma rápida aos fenômenos do mercado, da sociedade, e do mundo. No Brasil, onde a ditadura militar cedeu lugar ao regime democrático, este processo é potencializado pelo debate da opinião pública.
Para tanto, as organizações privadas viram a necessidade de estratégias eficazes de comunicação a fim de atingir os públicos de interesse dos seus produtos e serviços, e alavancar expansões de mercado. Gaudêncio Torquato aponta a importância de pensar e fazer comunicação como forma de tornar a marca mais conhecida para o consumidor e abrir “nichos negociais”. Desde grandes empresas à pequenos negócios, carecem de maneiras diferenciadas de mostrar-se para o cliente gerando sinais visíveis dos bens simbólicos comercializados.   
De acordo com Gaudêncio Torquato, no livro Tratado de Comunicação Organizacional e Política, a conscientização das empresas sobre a importância de comunicar-se para estabelecer uma imagem organizacional favoreceu o papel da assessoria de imprensa para relacionar-se com as estruturas midiáticas dos tempos democráticos de hoje. A imprensa passou divulgar escândalos e corrupções de administrações públicas e privadas e obrigou a transparência nos negócios que passaram ganhar visibilidade global. A figura do assessor de imprensa surge para estreitar relacionamento com a imprensa evidenciando uma imagem positiva do assessorado. Ele assume o papel de gerenciador de crises de comunicação, e busca possibilidades de penetração de fronteiras de mercado.

"Em conseqüência, o mercado começou a conviver com a figura do consultor de comunicação, hoje, mais que um operador de assessoria de imprensa. Tornou-se um conselheiro, um estrategista, um profissional, capaz de efetuar leituras corretas sobre o meio ambiente e tirar conclusões sobre a maneira como o empresário deve comportar-se diante fatos políticos, sociais e econômicos"*


*Trecho do livro Tratado de Comunicação Organizacional e Política

            As organizações de capital privado ou público podem ganhar ou economizar dinheiro quando as informações são trabalhadas de maneira eficiente a fim de serem divulgadas nos veículos midiáticos. Porém, os resultados positivos implicarão no sucesso das relações entre assessor, assessorado e imprensa. O respeito aos limites e as expectativas das posições ocupadas no processo permite um relacionamento pautado na credibilidade de ações e intenções de ambos profissionais.



domingo, 18 de março de 2012

Mitos do Relacionamento com o Cliente


Domingo e sábado não serão dias normais de postagem do nosso blog, mas hoje, resolvi deixar essa por aqui, para turma que chegar na segunda-feira pela manhã. Já palestrei várias vezes sobre relacionamento com o cliente, e em todas elas, acabo falando sobre os mitos que envolvem esta arte. É sim! Quem consegue investir nessa relação, e desmistificar traz retorno para sua empresa. Listei cinco mitos. Veja


Cliente fiel
Está em fase de extinção. Sério?! Na relação de atendimento com o cliente, não tem essa: “Até que a morte os separe. Hoje, temos cliente que prefere e recomenda.

Cliente sempre tem razão
Há clientes que não se adaptam aos produtos, e simplesmente não gostam. Isso não quer dizer que tenham razão. Talvez aquele produto não é para aquele cliente. Aplico o mesmo princípio para serviço? Calma! Se for serviço, pode customizar. Se ele não agradar, não há o que fazer.

Cliente é rei
Não caia nessa. Aquele que reclama por esporte e quer atendimento rápido não é o perfil ideal.  Não importa o quanto você tente agradá-lo.  Se fizer o trabalho direito, o problema será neutralizado. Melhore seu desempenho, e busque clientes que tragam retorno.

Cliente só sabe reclamar
Tanto esforço para nada, ele continua a reclamar. Mesmo que faço o trabalho direito, ele diz: Não fez mais que a obrigação. Passe léguas desse tipo. Tente mudar a reclamação em elogio. Tente conquistá-lo.

Cliente não sabe o que quer
Não é bem assim. Ele sabe dizer quando está insatisfeito. Não adianta apresentar solução pré-fabricada.  Procure saber das expectativas do cliente, e chegue para ajudá-lo. Afinal, quem vende o produto é você, e quem entende do serviço é você também.