domingo, 20 de novembro de 2011

Lições do Vendedor Super Sincero


Classe emergente já responde por 61% do varejo on-line



O crescimento da classe emergente tem destacado um forte contingente que começa a ter efeito no varejo on-line, mais conhecido como e-commerce. Este mercado deve movimentar cerca de R$ 20 bilhões até o fim deste ano, incremento de 36% em relação a 2010. Pessoas com renda familiar de até R$ 3 mil se destacam como os novos compradores e representam 61% desses usuários de compras on-line. No próximo ano, a previsão é de esta faixa impulsionar uma alta de 25% de novos clientes no segmento virtual.

De acordo com estudo realizado pela consultoria e-bit, a faixa etária desse perfil de cliente é de 37 anos, contra 41 do restante dos consumidores virtuais, e o impulso pela compra na Internet fez um boom entre os clientes emergentes, tanto que 5 milhões de novos consumidores de baixa renda entraram no comércio eletrônico desde 2009, estima a entidade. Dos 80 milhões de brasileiros conectados à Internet, 27 milhões são consumidores virtuais.

Hoje, a classe C representa 48% da renda nacional e 53,9% dos 193 milhões de brasileiros. Apuração do instituto Data Popular, especializado nesse perfil, indica que o gastos das famílias da nova classe média este ano serão R$ 1,03 trilhão. "É mais do que o Produto Interno Bruto [PIB] de países como Portugal, Uruguai e Paraguai", enfatiza o sócio-diretor do instituto de pesquisas Renato Meirelles. Para os próximos 10 anos, Meirelles estima que os líderes de consumo sejam jovens entre 18 a 35 anos, chamados de "consumidores da próxima década".

Apesar de não comprar pela Internet com tanta frequência - 31% dos usuários de baixa renda disseram não ter feito compras nos últimos seis meses - o tíquete médio registrado no primeiro semestre de 2011 por esse público foi de R$ 320, contra R$ 355 do total de usuários do varejo eletrônico - um gasto elevado. As pessoas dessa faixa de renda que fizeram sua primeira compra, no mesmo período, mostram o valor médio ainda maior, de R$ 340. A consultoria e-bit estima ainda que 29 milhões de pedidos devam fechar o segundo semestre, com expectativa de o tíquete médio girar em R$ 350, um dos mais altos do mundo, estima a entidade.

"Os segmentos mais procurados pela classe C costumam ser o de produtos de maior valor agregado [eletrodomésticos, equipamentos de informática, eletrônicos] porque, além de os preços serem mais competitivos, o comércio eletrônico oferece a possibilidade de parcelar as compras em muito mais vezes do que o comércio tradicional [até 12 vezes], o que acaba incentivando a aquisição desses produtos", diz Cris Rother, diretora da e-bit.

A mudança de comportamento de compra da classe emergente ao entrar também neste segmento tem relação com o crescimento do acesso ao serviço de banda larga e à popularização dos computadores. "Hoje em dia, 47,8% das residências da classe C têm computador. Destes, 50% têm acesso por banda larga", crê Meirelles. Para ele, os eletrônicos, especialmente os computadores, deverão puxar as vendas em 2012. "51,2% das pessoas que entram no perfil do consumidor da próxima década querem comprar um notebook em 2012. O principal motivo é praticidade."  Afora a questão das novas tecnologias, atrativos a mais para esse público ascendente, no caso específico do Brasil a possibilidade de realizar videochamadas e assistir televisão no celular são os fatores que deverão despertar interesse no uso de banda larga móvel, por exemplo. "Há expectativas de crescimento na demanda por banda larga móvel comparado com Internet fixa aqui no Brasil, uma vez que cerca de 40% dos usuários mapeados disseram fazer uso da banda larga móvel para ver e-mails e mais de 50% para acesso à Internet", disse Luciana Gontijo, do Ericsson ConsumerLab na América Latina, por nota.

domingo, 17 de abril de 2011

Por que utilizar assessoria de imprensa na abertura de um negócio?



A criação de um novo negócio nunca foi tão citada nos meios de comunicação como nos últimos tempos. A instalação de uma nova empresa, seja ela, empreendedor individual, micro, pequena ou grande empresa, gera um ciclo benéfico para a comunidade, proporcionando oportunidade de emprego e giro na economia. No entanto, a criação de um novo negócio não é algo simples a se desenvolver de uma noite para o dia. Existem pontos como a análise de mercado e a identificação do público-alvo que necessitam serem observados para que se possam traçar estratégias.
É necessário uma visão ampla e sistemática, pois o capital financeiro é de grande importância para dar sustentabilidade a uma empresa, no entanto ela não cresce se não houver um capital humano preparado para enfrentar e superar desafios. E mais ainda, a empresa não se mantém se não houver uma equipe com foco em aproximar a empresa da comunidade, do seu público-alvo e parceiros. É nesse momento que se identifica a necessidade de um setor de comunicação dentro da empresa. A importância de um departamento que defina a imagem a ser passada para a sociedade, de qual maneira e por qual veiculo de comunicação.
Atualmente, além das relações das empresas com as Agências de Publicidade, tem se dado uma atenção especial ao Assessor de Comunicação. Este profissional tem o papel de traçar estratégia de relacionamento com a imprensa, enviando releases e sugerindo pautas de notícias e matérias possibilitando a visibilidade positiva de seu assessorado, as empresas, e informando a sociedade sobre as suas ações de marketing, atendimento ao público, realização de eventos, novidades, ou seja, o passo a passo da empresa, possibilitando uma relação de transparência e credibilidade com a sociedade.

Rafaela Lopes da Costa é formada em Administração de Empresas

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os gestos falam mais que as palavras. Saiba a razão.

A maneira como uma pessoa cruza as pernas, entrelaça os braços e posiciona as mãos pode revelar como ela está se sentindo diante de determinada situação no escritório. A linguagem corporal ajuda a decifrar se seu chefe está gostando da sua ideia ou se seu colega está confortável em trabalhar ao seu lado. 

"Quem entende as atitudes corporais prevê as reações antes de elas serem verbalizadas", diz Sergio Senna Pires, psicólogo e especialista em linguagem corporal. O seu corpo fala coisas sobre você e para você. Pesquisadores das universidades americanas de Columbia e Harvard descobriram que certas posturas podem fazer com que o cérebro se sinta propenso a enfrentar situações de risco ou se sinta subserviente e com pouca coragem para encarar desafios. Veja abaixo algumas posições comuns e aprenda a interpretá-las.


Leia Mais

Fonte VOCÊ S/A