sábado, 30 de janeiro de 2010

As restrições para internet na eleição 2010


Vamos começar a falar sobre política e trazer algumas informações importantes para o leitor nesta eleição de 2010 que inicia no dia 05 de julho.A reforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional transformou-se na Lei 12.034/2009 que estabeleceu as normas para as eleições.
O Congresso trabalhou com um texto base apresentado pelos líderes partidários, cuja maior atenção dirigiu-se a temas considerados mais importantes pelos parlamentares, como fidelidade partidária, prazo de filiação, lista negra e outros.
As páginas de candidatos, partidos políticos ou coligações devem ter seus endereços comunicados à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor estabelecido no Brasil. Todas as manifestações online estão disponíveis imediatamente e terão direito de resposta. Fica proibido o anonimato nas postagens.
Pela nova lei, é permitido realizar a propaganda gratuita pela internet, tanto nos sites como em blogs e outros meios eletrônicos de comunicação nas 48 horas que antecedem as eleições ou nas 24 horas posteriores. Também foi aprovada a proposta que acaba com o prazo de 24 horas para o provedor de internet retirar propaganda irregular por decisão da Justiça Eleitoral. Os candidatos poderão usar outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica, como as mensagens enviadas por celulares, os chamados torpedos.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Voltemos a discussão de jornalismo independente


A imprensa precisa melhorar, com urgência. Precisa estar à altura dos desafios históricos que se apresentam, mas isso só será possível com mais -e não menos - independência. Isso só será possível com mais liberdade. Aqui chegamos, finalmente, à função de mediação que só a imprensa livre pode exercer.
Apenas as redações independentes podem promover a mediação do debate público que é essencial à democracia. Redações independentes podem ter inclinações de esquerda ou de direita: o fundamental é que elas sejam independentes da lógica do Estado e da lógica do mercado. Só elas podem reunir mediadores (os jornalistas, no sentido pleno da expressão) cuja
sustentação material decorre diretamente de seu ofício, que é o de informar o público.
Jornalistas independentes são sustentados não pelo Estado ou pela publicidade privada, mas pela confiança do público e pelos recursos financeiros que daí provêm. Um blog vinculado a um movimento social qualquer pode ser uma boa fonte de dados e de pensamentos originais - mas não é uma redação independente.
Ela presta contas ao movimento social a que se vincula, e não ao público. Até mesmo os movimentos sociais, e principalmente eles, uma sociedade só compreende se sobre eles for capaz de deitar um olhar independente, um olhar que só pode se originar das redações independentes.
As redações independentes promovem o fórum comum dos debates públicos, comum porque acessível de modo equilibrado a todos os interesses em disputa na sociedade. Não há outro caminho. Sem os fóruns comuns, o que teríamos seria apenas a dispersão centrífuga que nos conduziria à desagregação organizativa e também de sentidos.
Não há vida democrática sem o estabelecimento estável dos fóruns comuns. Por isso, não há democracia sem imprensa livre. Melhoremos a nossa imprensa - sem matá-la. Não podemos ceder à armadilha fácil de supor que agora iremos prescindir da imprensa. Sem ela, não teremos
mais a mediação mínima, a partir da qual poderemos avançar. Inclusive avançar no sentido de criticar, de aprimorar e de transformar a imprensa que temos.

Eugênio Bucci é jornalista e escreveu o livro Sobre Ética na Imprensa

Tecnologia: Apple apresenta iPad


Depois de muitas especulações, Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, lançou nesta quarta-feira o iPad, um computador tablet de 9,7 polegadas. O novo aparelho está entre um smartphone (como o próprio iPhone) e um netbook, com memória flash de 16GB, 32GB ou 64GB, e promete ser mais um acerto da Apple. As ações da empresa caíram 2,5% durante o dia, antes da apresentação. Depois dela, subiram 3,5% -- sinal de que a recepção do mercado foi a melhor possível.

O iPad pesa 680 gramas e tem 1,2 cm de espessura. A tela é sensível ao toque - teclado "touchscreen", como o do iPhone. Os primeiros críticos, aliás, chamam o novo aparelho de "um iPhone grandão que não faz ligações." Na verdade, como Jobs fez questão de deixar claro, o iPad poderia ser comparado a um netbook. Mas bastante melhorado. "Os netbooks são lentos, têm telas de qualidade ruim e rodam softwares antigos de PC", disse o executivo da Apple.

O kit de desenvolvimento do iPad é o mesmo do iPhone. Segundo Steve Jobs, "é perfeito para ver TV e vídeos em geral." A bateria suporta 10 horas de uso ou um mês em stand by.




Fonte: Yahoo Notícias


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O que os jornalistas devem saber e o público exigir


Hoje, os jornais de Mossoró divulgaram um caso de propina envolvendo um agente de trânsito e uma pessoa em situação irregular. O servidor público recebeu 20 reais para livrar o condutor da infração. O fato foi gravado pela câmeras da TV Mossoró, emissora local, e repercurtir em todo Estado. O trabalho da equipe de produção do programa Linha de Fogo, que exibiu imagens, foi amplamente exaltado por alguns colegas de imprensa.

Clique aqui e veja o vídeo da matéria exibida pelo programa


Diante disso, senti a obrigação de trazer a seguinte reflexão do trabalho de jornalismo investigativo desempenhado pela equipe de produção. A obrigação do jornalista é com a verdade, e devem ser leais aos cidadãos. É importante que estejam checando a informação antes de divulgar uma notícia. Que não tenha ligação com o poder e faça um jornalismo independente, transformando um fato significante em inusitado ou relevante que promove discussão pública.
Um frase de João Paulo II, papa da comunicação, reflete um pouco dessas afirmações que trago aqui: "Com sua influência vasta e direta sobre a opinião pública, o jornalismo não poderá ser guiado por forças econômicas, lucros, e interesses especiais. Deve, ao contrário, ser encarado como uma missão até certo ponto sagrada, realizada com o entendimento de que os poderosos meios de comunicação foram confiando aos senhores para o bem geral"
Entendo que o jornalismo é contar uma história com uma finalidade e efeito: Fornecer informação para as pessoas entenderem o mundo. Aqui, encontramos o desafio de apurar esta notícia para que a sociedade toque sua vida, e que ela seja relevante, o suficiente para que isso aconteça.

Obs: Este título da minha postagem de hoje é nome de um livro da dupla Bill Kovach e Tom Rosennstiel. É uma boa indicação de leitura.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Para pensar sobre liberdade de informação nos dias de hoje


O controle da informação e da liberdade de expressão nos meios de comunicação exercida pela estrutura política e ideológica, abre espaço para um tipo de dependência por parte das mídias. As empresas de comunicação sustentadas pela verba da publicidade atendem aos interesses comerciais dos seus clientes e patrocinadores, na visão de aumento de lucros. Porém, esta relação coloca em jogo a produção jornalística de uma informação independente comprometida com cidadãos livres.

O jornalista Eugênio Bucci, em um artigo para o Jornal do Brasil do dia 14 de fevereiro de 2002, comenta que a publicidade existe para vender e não para dar o sentido do mundo. O jornalismo é função pública antes de ser função de mercado; existe para atender o direito à informação, direito que todos temos, e não para atender aos caprichos do marketing publicitário. Tanto que pode existir jornalismo sem publicidade. Tanto que o melhor jornalismo é aquele que não se deixa pressionar pelas demandas publicitárias, por mais dinheiro que elas tragam.

A discussão sobre a questão ultrapassa as fronteiras brasileiras, Bill Kovach e Tom Rosenstiel, no livro “Elementos do jornalismo”, defendem a reflexão do jornalismo livre da subordinação dos vínculos políticos e econômicos. A organização capitalista não pode suplantar ou até mesmo deixar em esquecimento a finalidade do jornalismo de fornecer aos cidadãos informações para fortalecimento da democracia. Diante do perigo do jornalismo independente ser dissolvido no meio da informação comercial, é necessário concretizar o verdadeiro sentido da primeira emenda americana, a luta por uma imprensa livre, ou seja, uma instituição independente.

Portanto, a liberdade de opinião e de expressão como um direito humano, deve ser ampliada para além da restrição dos proprietários das mídias, correspondendo ao exercício da cidadania a todos os cidadãos e organizações representativas. A era da comunicação, paradoxalmente, ocorre entre os domínios dos processos político-econômicos, a globalização das mídias e a manifestação da pluralidade social. Ampliam-se os canais de informação e de expressão e a possibilidade das pessoas se tornarem emissoras de mensagens e produtoras de programas midiáticos, através dos meios de radiodifusão de baixa potência, pequenos jornais e da Internet. O acesso a Internet do cidadão como produtor, emissor e gestor da comunicação é um caminho para exercício da cidadania em sua dimensão cultural.


Trecho do artigo "Dos Blogues para o jornal impresso" de Everton Lima



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Vamos falar de reputação! Você sabe o que é?


Trabalhar uma boa imagem é essencial para o profissional que deseja crescer. Imagine uma grande corporação que trabalha com diversos públicos de interesse. Cuidar da reputação é algo essencial para quem deseja posicionar-se do mercado. Quando eu era criança, minha mãe costumava comprar leite inatura somente com um vendedor, pois o produto tinha boa qualidade e também quem vendia era uma pessoa conhecida da comunidade. Por diversas vezes, outros vendedores passavam, mas a minha mãe não comprava.
O segredo do vendedor de leite consistia na credibilidade e boa reputação conquistada ao longo tempo. Ele era casado e tinha dois filhos. Todo mundo conhecia o casal pela alegria e simpatia com que tratava as outras pessoas. A mulher era cabeleireira e atendia maior parte da clientela do bairro de salões.
Posso afirmar que compravamos o leite pelo mesmo vendedor, por que conhecíamos a ele e sua família que também era nossa cabeleireira. Um fato curioso ocorreu nesta história. O leiteiro traiu a mulher, muitos consumidores (na maioria mulheres) souberam do acontecimento e deixaram comprar o produto a ele. O vendedor deixou de passar em nossa rua, não ouvíamos mais o barulho da moto dele a apitar pelas ruas.
Lembro que meu pai nos disse que o vendedor mudou de bairro e passou vender em outras ruas e para outros consumidores. Se até um vendedor de leite foi afetado pela ferida em uma boa imagem, imagine profissionais em busca de ascenção profissional ou empresas em crescimento no mercado. Entenda que vale a pena buscar uma boa reputação, e busque mais informações sobre o assunto neste slide abaixo.

A palavra do momento é Reputação Empresarial

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domingo, 24 de janeiro de 2010

O animal que lê jornal, agora, lê notícias na web


Um jornalista inglês chamado Edward Dicey afirmou que o americano podia ser definido como o animal que lê jornal. Essa frase remete ao fim do século XIX e o ínicio do século XX, justamente a época do advento das relações públicas. Naquele tempo, os impressores não viam a hora de rodar os jornais e os leitores não viam a hora de lê-los. Os newsies (pequenos jornaleiros, meninos e meninas) gritavam pelas ruas as manchetes do dia e inventavam outras na medida de sua ousadia e imaginação.
O jornal impresso era mercadoria de luxo. O City Hotel, de Baltimores, proclamava-se um dos maiores dos Estados Unidos neste tempo. Até colocou um aviso na sala de leitura: "Cinco doláres para quem denunciar o vilão que corta ou rasga jornais". O fato é que o tempo passou e tudo mudou. Hoje, os jornais impressos lutam para sobreviver ao lado de um veículo que a cada dia que passa oferece mais possibilidades e fascina ainda mais o público. A internet não é o futuro, mas é a realidade. O rádio, a tv, o jornal e as revistas devem utiliza-la como aliado.

Estou comentando isso, por que o americano, o animal que lê jornal, agora, lê notícias na web. Desde 2005, o segmento da população americana que mais cresceu na adesão à rede foi o de idosos entre 70 e 75 anos. Enquanto apenas um quarto (26%) das pessoas entre 70 anos e 75 anos estava on-line em 2005, hoje já são 45%.
Entretanto, as taxas de uso da web ainda são maiores entre os jovens: 93% dos adolescentes norte-americanos entre 12 e 17 anos se conectaram em 2008. Esse índice é de 89% para a faixa entre 18 e 24 anos, de 83% entre 40 e 44 anos e de 62% para 60 a 64 anos.


No Brasil, o estudo Internet Pop aponta que o acesso à internet cresceu 10% em relação ao ano anterior: de 49% em 2008 para 54% em 2009, totalizando mais de 25 milhões brasileiros que costumam conectar-se à rede, ainda que de vez em quando.
Entre as pessoas que acessam à web por meio de outros equipamentos que não o computador, nas principais regiões metropolitanas do país, 66% o fazem pelo celular, 21% pelo Smartphone com tecnologia 3G, 9% por computador de mão/ palm top e 3% por Smartphone sem tecnologia 3G. Dentre estas pessoas, 25% acessam a internet diariamente.


Os fatos evoluem, e o tempo não pára. Adaptar-se ao meio é uma medida de sobrevivência para não cair no esquecimento ou perder a audiência. Se o animal mudou a preferência da leitura, é hora de trazer atrativos que um jornal impresso e a internet. Que o leitor tenha notícia aprofundada nas páginas de papel, a opinião nos blogues, a instantaneidade no site, interaja pelo chat ou twitter ou e-mail.
O público da internet está crescendo e alguns jornais já entendem isso. Outros, insistem em pensar como antigamente, e desconsiderar a avanlanche da web. A idéia é inovar as estratégias para conseguir mais leitores e difundir informação . O jornal impresso não perderá sua essência, mas terá que vestir uma roupa mais ousada para seduzir mais eleitores.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Não tem jeito não! Serra não consegue ser simpático!


Numa inauguração de obra em São Paulo, Lula (presidente) e o Serra (governador de SP) estavam juntos na cerimônia e caminharam pelo local e conversaram em vários momentos. Embora dividam-se na política em plena guerra (PT x PSDB), mostraram um pouco de cordialidade.
No discurso para demonstrar um pouco de descontração como anfitrião e ganhar o público, disse o seguinte: "Quando cheguei, fui conversar com alguns funcionários e perguntei se torciam para o Palmeiras. Infelizmente, encontrei poucos palmeirensese e muitos corintianos". Isso deve ter sido idéia de algum assessor de comunicação de Serra só pode!
Já Lula pra desconcertar Serra, disse: "A alegria do corintiano é quando o palmeirense reconhece que somos superiores" Aí já viu!!!!! Lula chutou a bola e acertou o fundo da rede. Serra deu riso sem graça e amargo de quem não entendeu a piada. Tem jeito não viu!!!!!!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Grande Idéia para salvar o planeta!

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Adriana Araújo retorna ao Jornal da Record


Até que enfim!!!!!!!! Já não era sem volta! A jornalista é muito competente e carismática. Não é toa que ganhou espaço na apresentação do telejornal da emissora. Segundo informações do Portal Imprensa, a justificativa oficial é que Celso Freitas está de férias e, por isso, Adriana retornou ao noticiário.
Desde que Ana Paula entrou no "JR", a audiência do telejornal despencou. Perdeu o brilho e a simpatia de Adriana. Agora, a emissora resolveu repatriá-la para tentar reverter o fenômeno.
O "Jornal da Record" atualmente repete o mesmo formato do "Fala Brasil". No noticiário matinal, que alcança corriqueiramente a liderança no IBOPE, duas apresentadoras comandam o jornalístico, Carla Cecato e Roberta Piza.

Mudança Total!!!!!!!!!!!!!!!! Começamos 2010!!!!!!


Olá Pessoal!

Estamos de volta ao batente do nosso blogue, agora com tudo novo. Mudamos o layout para trabalharmos nossas postagens em 2010. Também mudamos o nome. O meu nome intitula o blogue agora que trará bastante novidades para o público leitor.
A intenção é trazer informação de qualidade e liberdade de opinião neste espaço. Prometo comparecer mais vezes neste espaço próprio que também é tão seu quanto meu. Agora, o pessoal pode acompanhar notícias e novidades também pelo meu twitter. Estou colocando informações diariamente sobre as novidades do meu cotidiano e também de mundo da comunicação.
Quero vocês leiam e comentem se gostarem e não gostarem. Vamos promover muitos debates em 2009. E fazer a diferença. Isso é que é importante. Conto com vocês.
Valeu!