domingo, 6 de abril de 2008

Reputação, Tecnologia, Estrategia e Confiança


Na última semana estive participando do Congresso Norte e Nordeste de Comunicação Empresarial e Pública (CONNCEP) promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABRACOM), em Fortaleza. Os quatro temas que mais se repetiram nas discussões e palestras foram: reputação das marcas, novas mídias e pensamento estratégico da comunicação, e eu acrescento o poder da confiança. Quero poder discorrer em poucas linhas sobre cada um deles.

Para medirem a reputação da marca de uma empresa, é necessário conhecer o que pensam e sentem as pessoas quanto a esta estrutura. As grandes multinacionais trabalham intensamente neste foco. No Brasil, o primeiro lugar em reputação é da Petrobras seguido de outras empresas como Gerdau, Vale do Rio Doce e Grupo Pão de Açúcar.

Como o avanço das novas mídias, a velocidade e o acumulo de informação é maior. O que exige um trabalho de acompanhamento e utilização dessas tendências a favor da comunicação corporativa. A geração de mão-de-obra atual não é formada de pessoas que nasceram com a informação digital (diferente de nossos filhos), mas que aprenderam a conviver com ela.

Daí a importância de pensar comunicação de forma estratégica. O planejamento pode ser uma etapa árdua que exige muito profissional, porém, é necessário para o crescimento da corporação diante do cumprimento de suas metas. É como um jogo de xadrez, o movimenta de cada peça não pode ser alheio e sim orientado por uma estratégia para ganhar o jogo. Sem pensamento estratégico na comunicação, as empresas acumulam custos e sofrem prejuízos.

Talvez nunca tivesse se falado tanto sobre a importância da confiança nas corporações como nos dias de hoje entre executivos, gerentes, acionistas, públicos de interesse, clientes e outros. Transmitir confiança não é fácil ainda mais nos dias de hoje em que corrupção assola o país. Porém, trabalhar de forma ética é o santo remédio.


Everton Lima é jornalista.
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