quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Jornalistas têm ano mais difícil para profissão desde 1994


Desde 1994, não se via um ano tão difícil para o exercício do jornalismo. Essa é a conclusão de um relatório divulgado na última segunda-feira (17/02), pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas, com sede em Nova York.
Segundo a entidade, pelo menos 64 jornalistas foram mortos em 2007, sendo que o Iraque continua a ser o local mais perigoso do mundo para a imprensa. Ainda há 22 mortes registradas neste ano, ainda sob investigação, que ainda podem ser ligadas ao trabalho jornalístico. Em 2006, foram 56 as mortes.
"Desde o começo da guerra, em março de 2003, 124 jornalistas e 49 outros trabalhadores de meios de comunicação foram mortos, o que faz do Iraque o conflito mais letal para a imprensa na história recente", informou a entidade, sobre as dificuldades de se trabalhar como jornalista no Iraque.
Além do Iraque, Somália, Sri Lanka, Paquistão, Afeganistão, Eritréia, Mianmar, Haiti, Honduras, Quirguístão, Nepal, Palestina, Paraguai, Peru, Rússia, Turquia, Estados Unidos e Zimbábue registraram mortes de jornalistas.
Na Colômbia, pela primeira vez em mais de 15 anos, não houve assassinatos de jornalistas. As Filipinas também ficaram fora dos registros pela primeira vez, desde 1999.


Fonte: Portal Imprensa
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