segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Abras acompanha investigação sobre adulteração do leite e diz que problema não é generalizado

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou nota de esclarecimento à população sobre as medidas tomadas com relação a alterações no leite longa vida verificadas em Minas Gerais.
De acordo com o comunicado, a entidade está acompanhando a investigação "para garantir que os produtos adulterados não sejam comercializados nos supermercados". E que orientou seus associados a atenderem a recomendação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) de recolherem os lotes LCZL062:3 e LCZL0112:42 da Parmalat, os 4G, 4K e 4W da Calu e os lote 1 (com fabricação em 25/07/2007) e lote 2 (com fabricação em 28/07/2007) da Centenário.
Segundo os esclarecimentos da associação, o leite por ter baixo valor agregado e um alto custo de transporte é um produto regionalizado, "por tratar-se de um problema localizado e não de âmbito nacional". Dessa forma, não é possível generalizar o problema para toda a indústria do leite, diz a nota. As irregularidades foram constatadas na Operação Ouro Branco, deflagrada pela Polícia Federal na última segunda-feira (22), quando 27 pessoas foram acusadas de adicionar produtos químicos impróprios para o consumo humano, como soda cáustica, na produção de duas cooperativas mineiras – a dos Produtores de Leite do Vale do Rio Grande (Coopervale) e a do Sudoeste Mineiro (Casmil).
Postar um comentário